Texto por Colaborador: A. Rother 10/04/2026 - 03:00

O futebol italiano atravessa uma crise profunda. A terceira eliminação consecutiva nas fases classificatórias para a Copa do Mundo escancarou os problemas estruturais de todo o movimento. A escassez de jovens talentos e o abismo em relação às outras seleções são evidentes.

Nesse contexto, a Roma se destaca como uma das principais fornecedoras de jogadores para a Azzurra. Desde a Copa do Mundo de 2014 até os dias atuais, o clube giallorosso ocupa a segunda posição no ranking de minutos disputados por produtos de sua base na seleção italiana, atrás apenas do Milan. Os rossoneri lideram com 18.821 minutos, enquanto a Roma soma 13.316.

Nomes como Pellegrini, Frattesi, Calafiori e Politano — todos formados em Trigoria — têm sido peças centrais da seleção ao longo desses anos. Ainda assim, os resultados coletivos da Itália seguem frustrantes.

A Roma também aparece em segundo lugar na lista de gols (29) e assistências (15) marcados por jogadores oriundos de sua base na seleção. À frente, nesse quesito específico, está a Juventus.

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